rodada de notícias
vem que eu vou te resumir tudo o que aconteceu!
‘Leis da feiura’: a série de leis perseguiam pessoas com deficiência no século 19 nos EUA
Já ouviu falar nessas leis? Parece ficção, mas, infelizmente, é verdade.
Na segunda metade do século 19, diversas cidades nos Estados Unidos criaram leis que tornava uma espécie de crime não ter certas características físicas. Esses decretos, que podiam levar à multas e prisões, proibiam que pessoas com algum tipo de deficiência frequentassem lugares públicos. O objetivo era seguir a estética física da época. Lembra até a história do Corcunda de Notredame, só que real.
Chocante demais pensar que isso realmente existiu, mas extremamente importante de sabermos. Afinal, o mundo acessível começa com informação, né?
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Autores com deficiência ainda enfrentam barreiras no mercado editorial
Em entrevista para a Agência Brasil, a escritora Amanda Soares relata as dificuldades enfrentadas por ela e diversas outras PcDs. Entre falta de incentivo, a falta de apoio financeiro e reconhecimento, Amanda nos lembra que muitos dos desafios ainda vem do capacitismo. Apesar de não termos um mapeamento que nos mostra os dados de escritores com deficiência no Brasil, um levantamento sobre o assunto pode ajudar a desenvolver políticas públicas, por exemplo.
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Novas regras do BPC são publicadas
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um benefício assistencial pago a pessoas com deficiência e idosos que façam parte de famílias que não recebem um salário mínimo por pessoa. Antes, aconteciam avaliações periódicas das pessoas que já recebiam a assistência . As pessoas precisavam comprovar a necessidade do benefício mesmo com uma deficiência irreversível ou com a idade avançando. Agora, as mudanças garantem que idosos, pessoas com deficiências irreversíveis e pessoas que voltarem a precisar do BPC não precisem mais dessa reavaliação. Até que enfim, né? Ninguém merece ter que comprovar todo ano que você não vai voltar a andar.
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Concurso de Moda Inclusiva acontece na Pinacoteca de SP
Na última segunda-feira (11), aconteceu o Concurso Moda Inclusiva com o objetivo de estimular a criação de roupas adaptadas para PcD e incentivar a moda como ferramenta funcional, social e inclusiva. O Concurso contou com um desfile dos finalistas, que aconteceu na Pinacoteca de SP e reuniu alguns nomes de referência na moda. Os prêmios contemplaram vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugar e a oportunidade de participarem do Brasil eco Fashion Week.
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Pessoas com deficiência nas telas? Como PcDs se sentem representadas na TV
Na coluna para Meio&Mensagem, Carolina Ignarra conta uma realidade que todas nós, PcDs, vivemos: crescer sem se ver e se sentir parte. A CEO do Talento Incluir comenta que, apesar de ser a passos lentos, mudanças têm acontecido. Temos assistido mais atores e atrizes com deficiencia fazendo parte das novelas e ascendendo profissionalmente. Ela ainda indica vários atores para conhecermos e ficarmos de olho. Vale a pena conhecê-los.
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caiu na rede é…
tudo o que gostamos de consumir sobre o universo PcD essa semana
É dancinha que você quer? Nesse vídeo, Maria Luiza ensina a coreografia do momento para seu irmão Davi, que tem deficiência visual. Ela repete os movimentos com as mãos dele nas suas e inventa mil e uma maneiras de explicar os passos. Sinceramente, isso é inclusão pra mim!!!
Nesse post, Mic Simões nos mostra como o Starbucks levou a experiência do consumidor com deficiência a sério com balcões baixos, app com controle por voz, equipe treinada em Língua de Sinais. Eu quero ir nessa unidade agora mesmo!
Para rir com a desgraça: Nai gravou um vídeo andando com a bengala no piso tátil, que é bruscamente interrompido com uma obra. Sem nenhum aviso, faz com que pessoas cegas possam bater de cara com a obra. É rir para não chorar!
mão na consciência
deixa eu te fazer refletir em poucas linhas? é rapidinho, eu juro.
Autonomia não é ser capaz de fazer sozinha.
Existe essa ideia sobre a autonomia que diz que independência significa nunca precisar de ajuda. Quase como se pedir e aceitar apoio do outro fosse uma derrota. Crescemos para sermos adultos funcionais, que moram sozinhos, se sustentam e não precisam dar satisfação a ninguém. O problema é que isso não é totalmente verdade. Essa lógica acaba só funcionando se o mundo foi feito para você. Quando ele não é, pedir ajuda é sobrevivência. Ser independente não é só fazer as coisas por si só, mas saber como quer que elas sejam feitas. Se eu comprei os ingredientes, escolhi a receita, te ensinei como fazer e pedi ajuda só para mexer, eu não fiz? Autonomia é sobre saber como quer ser empurrado e não quantas mãos te empurram. Não é - ou não deveria - ser sobre provar que conseguimos sozinhos e sim sobre poder contar com alguém quando quiser. Porque pedir ajuda é humano. Ninguém é sozinho. Ninguém é menos por precisar do outro porque todos nós precisamos. E não existe coisa melhor do que saber o que quer e ter em quem contar.
beijinho, beijinho, tchau, tchau
Nossa, que adeus mais millenial. Mas já sabe, te vejo semana que vem, né?
Comenta aqui para gente conversar, compartilha com seu crush para ter assunto e vem fofocar comigo nas redes sociais?
Afinal, o mundo acessível começa com informação.





chocada, mas não surpresa, com essa primeira notícia. e mais ainda que eu não tinha me dado conta, até chegar no fim do texto, da relação com a arquitetura hostil que vemos hoje em cidades do mundo todo.
fico pensando: não é tão diferente assim uma lei, feita para segregar, de um espaço público que não é inclusivo - e também tem seus detalhes pensados para excluir grupos de pessoas "indesejadas" ali.
assustador pensar nisso.
ao mesmo tempo, valeu demais pela reflexão, ana! :)
mai uma edição muito edificante e gostosa de ler... parabens